Como o RevisaLog guarda o histórico do seu carro
O registro de manutenções fica vinculado ao veículo pelo chassi — não à conta de quem cadastrou. Entenda o que isso muda na prática.
A maioria dos aplicativos de manutenção guarda os registros dentro da sua conta. Quando o carro é vendido, o histórico fica para trás: o comprador recebe o veículo, mas não recebe a memória do que foi feito nele.
No RevisaLog o vínculo é outro. Cada manutenção é registrada no veículo, identificado pelo chassi (VIN). A conta é apenas a chave de acesso a esse registro.
Por que o chassi
A placa muda. O proprietário muda. O chassi acompanha o carro da fábrica ao desmanche. É o único identificador que não se altera ao longo da vida do veículo, e por isso é ele que sustenta o histórico.
Quando a placa é trocada, o RevisaLog guarda a placa anterior. A busca continua funcionando pelos três caminhos: chassi, RENAVAM ou placa — atual ou antiga.
O que fica registrado
Cada manutenção guarda:
- data do serviço e quilometragem do odômetro;
- itens trocados ou revisados, com valores quando informados;
- a oficina responsável, quando o registro parte dela;
- fotos e nota fiscal, se anexadas;
- garantia dos itens, quando a oficina aplica um modelo de garantia.
Quem pode registrar
- O proprietário, pelo app ou pelo portal web, para registros do dia a dia.
- A oficina, pelo portal da oficina, com o selo de verificação.
Os dois tipos aparecem na mesma linha do tempo, com a origem sempre visível. Ninguém precisa escolher entre um e outro.
Na hora de vender
O comprador consulta o histórico pelo chassi, placa ou RENAVAM antes de fechar negócio. Você não precisa procurar notas fiscais antigas nem confiar na memória: a linha do tempo já está lá, com as datas e as quilometragens que foram registradas.
Leia também
Selo da oficina: o que muda quando a manutenção é verificada
Registros feitos pela oficina recebem um selo de verificação e um código público de consulta. Veja a diferença entre um registro do proprietário e um registro verificado.